Facebook4 (5)A leitura que sempre se fez sobre a trabalho do advogado é a de que a sua atividade estava limitada às hipóteses em que lhe foi solicitada uma solução para uma controvérsia (um problema), seja porque seu cliente lhe apresentou a ofensa a um direito que lhe cabe reparação, seja porque necessário a apresentação de uma defesa em prol de seus direitos.

Ocorre que a dinâmica das relações interpessoais e empresariais se alterou drasticamente.

Uma tomada de decisão juridicamente equivocada pode quebrar o orçamento de uma empresa ou levá-la a finalização de suas atividades. O que nos leva a revisão da forma como encaramos a figura do profissional do direito no dia-a-dia de nossa empresa.

O business não perdoa o empreendedor que não se antecipa aos problemas e, é aí, que se verifica a necessidade da presença da assessoria jurídica.

Diante disso, questina-se, o que é a assessoria jurídica? É a atividade jurídica prestada pelo advogado de forma frequente, contínua e atendendo a todos os interesses da empresa que lhe é cliente. Ela auxilia na antecipação dos riscos e, consequentemente, no planejamento empresarial.

O empresário que não possui uma assessoria jurídica ou uma advocacia de apoio não consegue acompanhar a agilidade das alterações legais, não dispõe das melhores alternativas em suas tomadas de decisões, o que acaba impactando no desrespeito às normas jurídicas e, futuramente, no crescimento e faturamento de sua atividade empresarial.

E, falando agora sobre custos, a conclusão é matemática: o que se paga, em média, por um único serviço jurídico é o mesmo que se paga por meses, anos, de assessoria jurídica ou consultoria jurídica.

Esses cuidados irão entregar segurança e eficácia em suas atividades e contratações. Segurança de que estão sendo realizados todos os procedimentos dentro da lei e, portanto, serão respeitados. Eficácia por que o advogado irá trabalhar no sentido de garantir o melhor resultado possível em suas avenças, seja com a definição de estratégias jurídicas negociais, seja com a confecção de planejamentos que diminuam os custos da negociação ou potencialize os resultados esperados.

O ideal é que a empresa sempre que pense em dar um novo passo, analise a viabilidade técnica, financeira e se há riscos para a imagem da mesma. “O jurídico também tem de participar deste processo. Checar se há leis que interferem na venda ou fabricação do produto, se a atividade na fábrica pode gerar insalubridade dos funcionários”, cita Leonardo Barém Leite, autor do livro Gestão Estratégica do Departamento Jurídico Moderno.

Foi-se o tempo em que a função do advogado era a de exclusivamente litigar.

A empresa moderna, seja ela, pequena, média ou grande, necessita de advogados, que quando bem preparados, conseguem se posicionar de modo a conceder auxílio inquestionável aos negócios empresariais.

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